Pikillacta

A cidade wari do Vale Sul, anterior aos incas, ao lado da lagoa de Huacarpay

Conferido com fontes oficiais

O essencial

  • Grande cidade planejada da cultura wari, com mais de 700 estruturas em quadrícula, séculos anterior aos incas.
  • Fica no distrito de Lucre (Quispicanchi), a cerca de 30 km a sudeste de Cusco, de 45 minutos a uma hora pela estrada para Urcos.
  • Está a pouco mais de 3.200 m (3.212 m segundo o Mincetur), abaixo de Cusco, e o percurso é quase plano.
  • Abre o ano todo das 7h às 17h, com entrada pelo Boleto Turístico de Cusco, circuito II ou integral.
  • As escavações mostram uma cidade que não chegou a ser terminada; um terremoto e um huaico datados entre 776 e 986 d.C. podem ter precipitado o seu abandono.
  • Perto ficam a portada de Rumicolca, a 1,7 km, e a área úmida Ramsar de Huacarpay, a cerca de 3.020 m.

Pikillacta é uma grande cidade da cultura wari no Vale Sul de Cusco, a cerca de 30 km a sudeste da cidade, construída séculos antes de os incas dominarem a região. As suas mais de 700 estruturas de pedra e barro, dispostas em quadrícula com ruas retas e muros altos, mostram um urbanismo muito diferente do inca. Fica ao lado da lagoa de Huacarpay, abre o ano todo das 7h às 17h segundo a ficha do Mincetur, o ministério do turismo do Peru, e a entrada está incluída no Boleto Turístico de Cusco.

O que é Pikillacta

Pikillacta foi o grande centro dos wari na região de Cusco. A partir da região de Ayacucho, os wari formaram um dos primeiros Estados expansionistas dos Andes e floresceram aproximadamente entre os séculos VI e IX da nossa era, no período que os arqueólogos chamam de Horizonte Médio. As datas de ocupação de Pikillacta variam conforme o estudo, mas todas a situam vários séculos antes do império inca.

É um dos motivos para visitar o Vale Sul: aqui você vê que Cusco teve uma história monumental antes dos incas, e que a rede de caminhos e o controle do território que eles herdaram vinham de muito antes.

Pikillacta, Pikillaqta ou Piquillacta?

São o mesmo sítio. “Pikillaqta” é a grafia quéchua usada pelo Boleto Turístico e pela PromPerú; “Piquillacta” e “Pikillacta” são as adaptações ao espanhol. O nome vem do quéchua piki, “pulga”, e llaqta, “povoado” ou “lugar”, e costuma ser traduzido como “povoado das pulgas”. A PromPerú registra também a interpretação de “cidade pequena”.

Pikillacta ou um sítio inca: qual é a diferença

Se você já viu Sacsayhuamán ou o Qorikancha, Pikillacta vai surpreender pelo quanto é diferente. Estas são as principais diferenças:

AspectoPikillacta (wari)Sítios incas
ÉpocaHorizonte Médio, séculos antes dos incasSobretudo o século XV
MaterialPedra bruta unida com barroPedra lavrada e encaixada sem argamassa
TraçadoQuadrícula rígida de ruas e blocosAdaptado ao terreno, com terraços
Sensação da visitaLabirinto de muros altosObras monumentais e paisagem

História de Pikillacta: quando foi construída e para que servia

As fontes não dão uma data única, mas coincidem no Horizonte Médio. A PromPerú situa o apogeu wari entre os séculos VI e IX. O Ministério da Cultura do Peru, ao apresentar uma descoberta em 2019, falou de uma cidade desenvolvida entre os anos 600 e 1000 d.C. E um relatório do próprio ministério, de 2026, data o Horizonte Médio entre 540 e 900 d.C. O que importa para o viajante: quando os incas ergueram suas grandes obras, Pikillacta já estava abandonada havia séculos.

Data aproximadaO que aconteceuSegundo
540 a 900 d.C.Horizonte Médio: expansão wari a partir de AyacuchoMinistério da Cultura
Séculos VI a IXApogeu da cultura wariPromPerú
776 a 986 d.C.Um terremoto e um fluxo de detritos danificam e soterram partes da cidadeEstudo na Geoarchaeology (2025)
Por volta de 900 d.C.Abandono aproximado da cidadeMesmo estudo
Época incaA portada de Rumicolca recebe um revestimento de pedra incaPromPerú
2002Declarado Patrimônio Cultural da Nação como parque arqueológico (R.D.N. 396/INC-2002)Mincetur
2006A área úmida Lucre-Huacarpay entra na lista RamsarAndina

Para que servia Pikillacta?

Não há uma resposta única, e é isso que a torna interessante. Gordon McEwan atribuiu aos salões com nichos um caráter cerimonial e às estruturas circulares um uso como moradia, segundo o resumo de pesquisas do Ministério da Cultura. Mas as escavações de 2022 a 2024 em várias kanchas, os blocos de recintos murados, não encontraram fogões, oficinas nem áreas de descanso: muitos espaços não foram habitados de forma contínua.

O arqueólogo Liborio Saavedra, da Direção Desconcentrada de Cultura (DDC) de Cusco, a descreve como um assentamento-chave na rota para o Qollasuyo e o Antisuyo, com ocupação wari, inca e colonial até o século XVI. Uma reportagem de 2025 sobre esses trabalhos estimava que, no seu apogeu, viviam ali cerca de 200 famílias.

Uma cidade que nunca foi terminada

Uma das surpresas recentes é que parte de Pikillacta estava em obras quando foi abandonada. Entre 2020 e 2024, as escavações nas kanchas 39, 56 e 57 encontraram muros sem reboco, restos de argamassa e até um salão de nichos construído pela metade. A conclusão dos arqueólogos é que o planejamento da cidade não chegou a ser concluído.

Por que Pikillacta foi abandonada?

McEwan observou que o abandono parece ter sido planejado: portadas seladas e recintos esvaziados de objetos de valor, como se os wari pensassem em voltar. Depois, o sítio foi incendiado de propósito, talvez pela população local. Na kancha 39, os arqueólogos do ministério também encontraram vestígios de um incêndio intencional antes do abandono.

A geologia acrescenta outra peça. Um estudo publicado em 2025 na revista Geoarchaeology, assinado entre outros por Carlos Benavente, do Ingemmet, o instituto geológico do Peru, encontrou danos de terremoto nos muros e um fluxo de detritos, um huaico, que soterrou partes da cidade. Ambos são datados entre 776 e 986 d.C. Os autores propõem que esses desastres podem ter levado os wari a partir.

Escavações e pesquisas em Pikillacta

A Cosituc, entidade que administra o Boleto Turístico, apresenta Pikillacta como um dos complexos arqueológicos mais importantes do sul do Peru, e o sítio é escavado há mais de sessenta anos. Estes são os principais trabalhos que o Ministério da Cultura reúne no seu relatório de 2026:

  • 1963: William Sanders escava duas unidades no setor central.
  • 1979 a 1990: Gordon McEwan escava nos quatro setores e conclui que a cidade foi planejada por uma sociedade complexa com mão de obra local.
  • 2004 a 2006: Carlos Arriola restaura ruas e avenidas. Em uma delas aparece uma oferenda de estatuetas metálicas, e 94,44% da cerâmica encontrada é de estilo wari.
  • 2008 a 2010: Amalia Valencia restaura várias vias; esse projeto desenhou o percurso que o visitante faz hoje.
  • 2020 a 2024: Nehemías Guillén e Yefferson Reynaga escavam kanchas inacabadas e sem ocupação permanente.
  • 2024 e 2025: nova temporada dirigida por Liborio Saavedra e, em 2025, a DDC Cusco apresenta a restauração do setor Plaza Kancha.

A oferenda wari de 2019

Em janeiro de 2019, o Ministério da Cultura apresentou uma oferenda encontrada pela DDC Cusco no canto sudeste da praça principal. Ela tinha seis pequenos ídolos de liga de cobre prateado (dois guerreiros, dois pumas e duas figuras de animais), 24 lâminas de prata com mulheres guerreiras e 107 peças de spondylus, a concha vermelha de mares quentes. A primeira hipótese foi que a oferenda marcava o abandono da cidade.

Obsidiana de Ayacucho e conchas do Equador

Pikillacta era bem conectada. Um estudo do Ministério da Cultura sobre pontas de projétil e ferramentas de obsidiana do sítio identificou que a pedra vinha sobretudo de Quispisisa, em Ayacucho, a região de origem dos wari, e de Alca, em Arequipa. Na Plaza Kancha, restaurada pela DDC Cusco com um investimento de mais de 10 milhões de soles, apareceram arquibancadas, canais, escadarias, spondylus da costa equatoriana e cerâmica de estilos variados, como Viñaque, Huamanga ou Cajamarca, além da local.

Onde fica Pikillacta e qual é a altitude

Fica no distrito de Lucre, província de Quispicanchi, na bacia de Lucre, ao lado da estrada de Cusco a Urcos e Puno. A ficha do Mincetur a situa a 7 km da Plaza de Armas de Lucre. Dos pontos altos do sítio se vê a lagoa de Huacarpay.

Pikillacta está a pouco mais de 3.200 m de altitude (a ficha do Mincetur registra 3.212 m), abaixo de Cusco. É um percurso plano na maior parte, mais confortável do que Tipón ou Sacsayhuamán. Mesmo assim, se você acabou de chegar, caminhe sem pressa: veja o guia do mal de altitude em Cusco.

O conjunto forma o Parque Arqueológico de Pikillaqta, administrado pela DDC Cusco. Segundo o Mincetur, a zona monumental abrange cerca de 50 hectares.

O que ver em Pikillacta

A sala de exposição

Antes do setor monumental fica a sala de exposição do Ministério da Cultura, que a ficha do Mincetur também chama de museu de sítio. Segundo essa ficha, entre as suas peças há restos de um gliptodonte, um mamífero pré-histórico com carapaça, de 2,35 m de comprimento. O acervo exposto pode mudar, então encare a sala como uma parada rápida para se situar.

A cidade em quadrícula

O que mais chama a atenção é o traçado: blocos retangulares de recintos, separados por ruas retas e compridas, com muros de pedra unida com barro. É um modelo de cidade planejada, pensado para controlar quem entrava e quem saía. Alguns muros ainda conservam vários metros de altura.

Os recintos e os grandes salões

As escavações do arqueólogo Gordon McEwan dividiram o sítio em quatro setores. Ele identificou centenas de pequenos recintos geminados e grandes salões com nichos, que teriam servido para atividades rituais e banquetes. As escavações também encontraram restos de reboco de barro e gesso em alguns muros.

Dica: suba a algum dos pontos altos do percurso. Lá de cima dá para entender o traçado em quadrícula, que não se percebe a partir das ruas, e se vê a lagoa de Huacarpay.

A portada de Rumicolca

A 1,7 km de Pikillacta, ao lado da estrada, fica a portada de Rumicolca, no distrito de Lucre. É uma grande porta com base wari e revestimento inca, e funcionou como posto de controle na rede de caminhos que depois o Tahuantinsuyo usou. É uma parada curta, que se vê quase da própria estrada.

Sua função original é discutida. Para uns, foi sempre uma porta; para outros, como o engenheiro hidráulico Kenneth Wright, começou como um aqueduto wari que os incas reformaram. Uma lenda local, que a ficha do Mincetur também registra, conta que um chefe ofereceu a mão da filha a quem levasse água a Pikillacta, e que o vencedor construiu um canal a partir da lagoa de Huacarpay.

A lagoa de Huacarpay

A área úmida Lucre-Huacarpay faz parte do Parque Arqueológico de Pikillacta. Com várias lagoas e pântanos, a cerca de 3.020 m, é sítio Ramsar de importância internacional desde 23 de setembro de 2006 e um bom lugar para observar aves aquáticas. Tem quase 2.000 hectares e abriga cerca de cem espécies de aves, algumas endêmicas do Peru.

Entre as espécies ameaçadas pela perda de hábitat estão três aves conhecidas em espanhol como canastero de frente rufa, montañés barbudo e espinera de frente rayada. Respeite as margens: a área úmida recuou com a expansão das lavouras e sofre com o lixo e os fertilizantes.

O que ver, em ordem

  1. A sala de exposição, para entender quem eram os wari.
  2. A rua principal de acesso, restaurada com escadarias e pequenos muros de contenção.
  3. Os blocos de kanchas e a praça principal, seguindo a trilha sinalizada.
  4. Um ponto alto, para ver a quadrícula inteira e a lagoa.
  5. A portada de Rumicolca, na saída, a 1,7 km pela estrada.
  6. Uma parada na margem de Huacarpay se você se interessa por aves.

Como chegar a Pikillacta saindo de Cusco

  • De táxi: cerca de 45 minutos pela estrada para Urcos. Combine com Tipón e Andahuaylillas na mesma saída.
  • De colectivo: os que vão para Urcos saem da avenida de la Cultura, em frente à universidade. Peça para descer em Pikillacta: a entrada fica perto da estrada.
  • Com tour: as agências de Cusco o incluem no meio dia pelo Vale Sul, com Tipón e Andahuaylillas.

A ficha do Mincetur detalha o acesso por trechos:

TrechoDistânciaTempoVia
Cusco – desvio para Pikillacta32,1 km52 min de micro-ônibusAsfaltada
Desvio – sala de exposição650 m1 min de veículoEstrada de terra
Sala de exposição – parque300 mA péTrilha

A PromPerú fala em cerca de 30 km e de 45 minutos a uma hora de viagem. A diferença depende do ponto de partida em Cusco e do trânsito.

Entrada de Pikillacta e horário

Pikillacta está no circuito II do Boleto Turístico de Cusco, junto com Tipón e os museus do centro de Cusco. Não é vendida entrada avulsa.

BoletoInclui PikillactaValidadeEstrangeiroPeruano ou residente
Parcial Cidade e Vale Sul (circuito II)Sim, com Tipón e os museus de CuscoEstrangeiro: 2 dias. Nacional: 1 diaS/ 70S/ 40
IntegralSim, com os 16 lugares10 diasS/ 130S/ 70
Parcial Saqsayhuamán ou Vale SagradoNão———

Tarifas conferidas em 2 de novembro de 2026. Confirme no canal oficial antes de comprar.

Se você também vai ver Sacsayhuamán ou o Vale Sagrado, o integral compensa mais. Lembre-se de que a validade conta a partir do dia da compra.

Os estudantes têm um boleto integral próprio: S/ 70 para estrangeiros e S/ 40 para nacionais, com 10 dias de validade. Segundo a Cosituc, dos 10 aos 17 anos basta o documento de identidade; dos 18 aos 25, é preciso carteira de estudante válida ou cartão ISIC.

O horário de visita é das 7h às 17h, todos os dias do ano, segundo a ficha do Mincetur. Para percorrer com calma, chegue antes das 15h30.

Quanto tempo e quando ir

Calcule entre uma hora e uma hora e meia para percorrer o setor principal, e mais alguns minutos se você parar em Rumicolca. Dá para visitar o ano todo; de dezembro a março as chuvas da tarde enlameiam os caminhos, então é melhor ir pela manhã. Mais detalhes no clima em Cusco.

É um sítio tranquilo. Em 2023 recebeu 26.465 visitantes peruanos e 8.181 estrangeiros, segundo dados da DDC Cusco reunidos pelo Mincetur: muito poucos em comparação com Sacsayhuamán ou Pisac. Se você gosta de aves, entre julho e setembro chegam espécies migratórias a Huacarpay.

Importante: o sítio é extenso e quase não tem sombra. Leve água, chapéu e protetor solar, e não saia das trilhas sinalizadas.

Como combinar Pikillacta com Tipón e Andahuaylillas

Pikillacta quase nunca é visitada sozinha. Fica na mesma estrada que Tipón, que vem antes para quem sai de Cusco, e que Andahuaylillas, mais adiante. Com o mesmo boleto do circuito II você entra em Tipón; a igreja de Andahuaylillas tem entrada à parte.

  1. Cedo, Tipón: é o sítio mais afastado da estrada e o que tem mais subida.
  2. No meio da manhã, Pikillacta: sala de exposição e percurso pela cidade wari.
  3. Na saída, Rumicolca e Huacarpay: duas paradas curtas ao lado da estrada.
  4. Para terminar, Andahuaylillas: a igreja de San Pedro Apóstol, a “Capela Sistina da América”.

Como o parcial do circuito II vale dois dias para estrangeiros, você pode deixar os museus do centro de Cusco para o dia seguinte. Se seguir pela estrada rumo a Puno, o templo de Raqchi fica mais adiante na mesma rota.

Dicas para visitar Pikillacta

  • Para comer, Lucre, bem perto, é conhecido pela truta frita e pelo pato.
  • Leve binóculos se você se interessa pelas aves da lagoa de Huacarpay.
  • Se você viaja com crianças, saiba que elas costumam gostar do labirinto de ruas: é amplo e quase não tem escadas.
  • Não suba nos muros: são de pedra unida com barro e se soltam com facilidade.
  • Use calçado confortável: embora seja plano, as ruas são compridas e o chão é de terra.

Resumo: Pikillacta em poucas palavras

  • Cidade wari do Horizonte Médio, com mais de 700 estruturas em quadrícula, anterior aos incas.
  • A cerca de 30 km de Cusco, de 45 minutos a uma hora pela estrada para Urcos.
  • Abre das 7h às 17h, com entrada pelo Boleto Turístico (circuito II ou integral).
  • Calcule uma hora a uma hora e meia, mais as paradas em Rumicolca e Huacarpay.

Pikillacta se encaixa em um meio dia pelo Vale Sul de Cusco. Para ver onde colocá-lo na sua viagem, confira o roteiro por Cusco e encontre mais ideias em o que fazer em Cusco. O que comer pelo caminho está no guia de comida típica de Cusco.

Perguntas frequentes

O que é Pikillacta?

Uma grande cidade da cultura wari, do Horizonte Médio, com centenas de recintos de pedra e barro dispostos em quadrícula. É anterior ao império inca.

Onde fica Pikillacta?

No Vale Sul, no distrito de Lucre, província de Quispicanchi, a cerca de 30 km a sudeste de Cusco, ao lado da estrada para Urcos.

O que significa Pikillacta?

Vem do quéchua piki, pulga, e llaqta, povoado: costuma ser traduzido como “povoado das pulgas”. Também é interpretado como “cidade pequena”.

Que cultura construiu Pikillacta?

A cultura wari, um Estado andino com centro em Ayacucho que se expandiu aproximadamente entre os séculos VI e IX, muito antes dos incas.

Quanto custa a entrada de Pikillacta?

Está no Boleto Turístico: o parcial do circuito II custa S/ 70 para estrangeiros e S/ 40 para nacionais, e o integral S/ 130 e S/ 70.

Como chegar a Pikillacta?

De táxi em cerca de 45 minutos ou de colectivo para Urcos saindo da avenida de la Cultura, descendo em Pikillacta. Também está nos tours de meio dia pelo Vale Sul.

Qual é o horário de Pikillacta?

Segundo a ficha do Mincetur, abre todos os dias do ano das 7h às 17h. Convém chegar com pelo menos uma hora e meia de folga.

Qual é a altitude de Pikillacta?

Pouco mais de 3.200 m; a ficha do Mincetur registra 3.212 m. Fica abaixo de Cusco e o percurso é quase plano.

Quanto tempo é preciso para visitar Pikillacta?

De uma hora a uma hora e meia para o setor principal, mais alguns minutos para a portada de Rumicolca. Com Tipón e Andahuaylillas, é um meio dia.

Por que Pikillacta foi abandonada?

As escavações mostram um abandono planejado e um incêndio posterior. Um estudo de 2025 encontrou danos de um terremoto e de um huaico datados entre 776 e 986 d.C., que podem ter levado os wari a partir.

O que é a portada de Rumicolca?

Uma grande porta de base wari e revestimento inca a 1,7 km de Pikillacta, ao lado da estrada. Funcionou como posto de controle, e alguns pesquisadores acreditam que começou como um aqueduto.

Dá para combinar Pikillacta com Tipón e Andahuaylillas?

Sim, ficam na mesma estrada. Tipón entra no mesmo boleto do circuito II; a igreja de Andahuaylillas tem entrada à parte.

Fontes oficiais

Paul Pumalloclla

Como fizemos este guia

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