O essencial
- San Blas é o bairro dos artesãos de Cusco, com ruas íngremes, ateliês, cafés e mirantes.
- Fica a cerca de cinco minutos a pé da Praça de Armas, subindo pela Hatun Rumiyoc e pela Cuesta de San Blas.
- Está por volta dos 3.450 m de altitude: se você acabou de chegar a Cusco, suba devagar.
- As ruas, a praça e o mirante são grátis; a igreja tem entrada paga, à parte do Boleto Turístico.
- A igreja, famosa pelo púlpito de cedro, foi reaberta restaurada em dezembro de 2023, com murais do século XVI recuperados.
- No caminho, na rua Hatun Rumiyoc, fica a pedra dos doze ângulos, um bloco inca de cerca de seis toneladas.
San Blas é o bairro dos artesãos de Cusco: ruas íngremes de pedra, casas brancas com sacadas azuis, ateliês de imaginária, cafés e mirantes sobre os telhados da cidade. Fica a cerca de cinco minutos a pé da Praça de Armas, ladeira acima, a uns 3.450 m. A praça e a igreja, com um famoso púlpito entalhado em cedro, são o centro do bairro; as ruas podem ser percorridas de graça.
Bairro de San Blas em Cusco: o que é e por que visitar
San Blas é um dos bairros mais antigos do centro histórico de Cusco. Na época inca, segundo a tradição, aqui ficava o setor de T’oqokachi, na encosta a nordeste da grande praça. Depois da conquista, os espanhóis fundaram nele uma das primeiras paróquias para a população indígena e lhe deram o nome de San Blas (São Brás), que conserva até hoje.
Com os séculos, tornou-se o bairro dos artistas e artesãos: imaginários, entalhadores de retábulos, ceramistas e prateiros. Algumas famílias do bairro, como os Mendívil, os Olave e os Mérida, deram fama a um estilo próprio de figuras religiosas e populares. Hoje esses ateliês convivem com galerias, cafés, hostels e barzinhos, e o clima é mais tranquilo e boêmio que o da Praça de Armas.
Vale a visita por três motivos: é o cantinho mais fotogênico da cidade, concentra o melhor artesanato autoral e tem as vistas mais bonitas sobre os telhados de telha vermelha.
História de San Blas: de Tococachi a paróquia colonial
O cronista cusquenho Inca Garcilaso de la Vega descreve em seus Comentarios reales os bairros que cercavam a Cusco inca. A leste, ele situa «outro bairro grandíssimo, chamado Tococachi». Ele mesmo traduz as partes do nome (toco é janela e cachi, o sal de cozinha), mas admite que não sabe o que o conjunto quer dizer. Por isso convém desconfiar das traduções que circulam por aí, como «caverna de sal». Garcilaso acrescenta outro dado: nesse bairro ficou primeiro o convento de São Francisco.
A UNESCO, que inscreveu a cidade de Cusco como Patrimônio Mundial em 1983, resume bem o que veio depois: os espanhóis conservaram a estrutura da cidade inca, mas construíram igrejas e palácios sobre as suas ruínas. San Blas mostra isso em escala de bairro: ruas de traçado antigo, casarões coloniais e uma paróquia que organizou a vida da vizinhança.
Essa paróquia tinha peso na vida religiosa da cidade. Na série de telas do Corpus Christi pintada em Cusco no fim do século XVII, um dos quadros, datado de cerca de 1674–1680, mostra o carro da paróquia de San Blas na procissão; hoje ele está na coleção Larraín Peña, em Santiago do Chile. O costume continua vivo: a imagem de San Blas é uma das quinze que saem das suas paróquias e acompanham a custódia no Corpus Christi de Cusco.
Como chegar a San Blas saindo da Praça de Armas
Chega-se caminhando. Saia da Praça de Armas pela rua Triunfo, ao lado da Catedral, e siga reto pela rua Hatun Rumiyoc, a do muro inca com a pedra dos doze ângulos. No fim começa a Cuesta de San Blas, uma rua íngreme com degraus que desemboca na pracinha e na igreja.
- Da Praça de Armas à Hatun Rumiyoc: dois ou três minutos, no plano.
- Hatun Rumiyoc: pare um momento diante da pedra dos doze ângulos.
- Cuesta de San Blas: o trecho mais íngreme; suba sem pressa.
- Pracinha de San Blas: você chega à igreja, ao chafariz e aos ateliês.
Importante: San Blas fica um pouco mais alto que a Praça de Armas e as ladeiras são fortes. Se você acabou de chegar a Cusco, suba devagar, pare sempre que precisar e deixe a visita para o segundo dia se sentir dor de cabeça ou falta de ar. Mais dicas no guia do mal de altitude em Cusco.
O que ver em San Blas
Rua Hatun Rumiyoc e a pedra dos doze ângulos
A rua Hatun Rumiyoc, a uns 200 m da Praça de Armas, é a porta de entrada do bairro. Um dos seus lados é o muro do palácio do inca Roca, o sexto soberano da dinastia. Depois da conquista, sobre ele foram erguidos o Palácio Arcebispal e o Museu de Arte Religiosa, que continuam funcionando ali. Como parte desse palácio, o muro é Monumento Histórico desde 1972.
A peça principal é a pedra dos doze ângulos: um bloco de diorito de uns dois metros de comprimento e cerca de seis toneladas, talhado com doze arestas que se encaixam nas pedras vizinhas. No mesmo muro há blocos cortados com cinco, seis e sete ângulos, menos famosos, mas igualmente precisos. Alguns estudiosos propõem que os doze ângulos aludem à divisão da nobreza cusquenha em 24 panacas (linhagens reais), doze em Hanan Cusco e doze em Hurin Cusco; é uma hipótese, não um fato comprovado.
Importante: em fevereiro de 2025 um homem golpeou a pedra com um objeto contundente e, segundo a agência Andina, os danos seriam irreversíveis. Olhe e fotografe, mas não toque nela, não se apoie no muro e não deixe as crianças subirem nele.
Praça e pracinha de San Blas
A praça de San Blas é o ponto de encontro do bairro: uma esplanada em declive, com um chafariz de pedra e a igreja em um dos lados. Ao redor há ateliês, lojas de artesanato e cafés com sacada. É um bom lugar para sentar e observar o vaivém do bairro.
Igreja de San Blas e seu púlpito
A igreja de San Blas é um templo simples por fora que esconde uma das grandes obras da arte colonial cusquenha: um púlpito entalhado em madeira de cedro, em estilo barroco, com dezenas de figuras de santos, anjos e motivos vegetais. A tradição o atribui ao artista indígena Juan Tomás Tuyru Túpac, embora a autoria não esteja documentada com certeza, e uma lenda popular garante que nele se guarda o crânio do seu autor.
O templo passou por uma restauração completa do Ministério da Cultura entre 2020 e 2023, que tratou paredes e cobertura, nove retábulos, pinturas murais e o próprio púlpito. Foi entregue restaurado em dezembro de 2023.
Os números dessa obra, segundo a Direção Desconcentrada de Cultura de Cusco, dão uma ideia do que o templo guarda. Além de fundações, paredes, telhado, portas e janelas, foram restaurados pintura mural em 12 setores, com 202 m² no total, 80 pinturas de cavalete, 51 esculturas policromadas e 25 molduras entalhadas e douradas. O investimento passou de 5,8 milhões de soles.
A grande surpresa veio em 2022. Ao desmontar telas e molduras douradas do presbitério, os restauradores encontraram dois setores de pintura mural de grande formato do fim do século XVI, parte da decoração original do templo. Eles representam os quatro evangelistas: Marcos e João seguram um medalhão com o monograma de Jesus, e Mateus e Lucas, outro com o da Virgem Maria. Uma intervenção de 1984 não havia chegado a revelá-los. Quando entrar, procure essas pinturas na parte alta do presbitério, ao redor do altar-mor.
A igreja tem entrada paga, à parte do Boleto Turístico. Durante anos fez parte do circuito religioso do Arcebispado de Cusco, com bilhete próprio; confirme na porta se hoje a entrada é vendida avulsa ou dentro desse circuito, e o horário de visita, que muda em dias de missa.
Ateliês de artesãos
O artesanato de San Blas é a grande atração do bairro. Nos ateliês e casas-ateliê você verá imaginária religiosa, presépios, retábulos portáteis, cerâmica, máscaras de festa e prataria. Muitas peças são autorais e feitas no próprio local, então dá para ver os artesãos trabalhando. Na praça fica a casa-ateliê da família Mendívil, conhecida por suas virgens e santos de pescoço alongado.
A tradição dos imaginários
A imaginária, o ofício de fazer imagens religiosas, é a marca registrada do bairro. O caso mais bem documentado é o do mestre Hilario Mendívil, que criou o estilo de figuras de pescoço longo inspirado nas lhamas, alpacas e vicunhas que chegavam ao antigo bairro de San Blas, onde se praticava o escambo. Ele morreu em 1977, e sua filha, Juana Mendívil, continuou aperfeiçoando a técnica ao lado da mãe, Georgina Dueñas.
Em 2025, o Ministério da Cultura do Peru distinguiu Juana Mendívil como Personalidade Meritória da Cultura. Segundo o El Peruano, o trabalho dela combina tecido engomado, massas feitas com diferentes farinhas, pigmentos, esmaltes e folhas de ouro e prata, e a família dela cuida do tradicional presépio de Natal da Praça de Armas. É um bom exemplo de como o ofício se transmite em San Blas: de pais para filhos, no mesmo ateliê. Se você viajar em dezembro, o Santurantikuy, a feira natalina de arte popular realizada todo 24 de dezembro na Praça de Armas, é a grande vitrine dessa tradição.
Mirante de San Blas
O mirante de San Blas fica na parte alta do bairro, acima da pracinha. Sobe-se pelas escadarias da rua Pasñapakana até uma varanda com vista para os telhados, a Catedral e os morros do sul da cidade. É o melhor ponto do bairro para ver o pôr do sol ou a cidade iluminada ao anoitecer.
Ruas charmosas
Além da praça, vale a pena se perder pelas ruas ao redor, como Tandapata, Carmen Alto ou a própria Cuesta de San Blas: becos de pedra, escadas, portais coloniais e pátios floridos. É a área onde melhor se vê a Cusco de casas brancas com portas e sacadas de madeira pintadas de azul.
Mercado de San Blas
O mercado de San Blas é um pequeno mercado de bairro, bem perto da praça, com bancas de sucos, cafés da manhã e pratos do dia. É mais tranquilo que o mercado de San Pedro e uma boa parada para um suco de frutas no meio da manhã. Se quiser provar pratos típicos, leia o guia de comida típica de Cusco.
San Blas em resumo
| O que ver | Tempo | Entrada | Melhor momento |
|---|---|---|---|
| Rua Hatun Rumiyoc e pedra dos doze ângulos | 15 a 20 min | Grátis | Cedo, antes dos grupos |
| Praça de San Blas e chafariz | 20 a 30 min | Grátis | Meio da manhã ou tarde |
| Igreja de San Blas | 20 a 30 min | Paga, à parte do Boleto Turístico | Manhã, fora do horário de missa |
| Ateliês de artesãos | 30 min a 1 h | Grátis para olhar | Meio da tarde, com os ateliês abertos |
| Mirante de San Blas | 20 min | Grátis | Pôr do sol |
| Cafés e bares do bairro | No seu ritmo | Conforme o consumo | Tarde e noite |
No total, de uma a duas horas sem pressa bastam para ver o principal. Se você gosta de artesanato ou de fotografia, reserve meia tarde.
Passeio a pé por San Blas: roteiro sugerido
Este é o roteiro que eu proponho para ver o bairro com calma, de baixo para cima, e voltar ao centro por outro caminho. Comece no meio da manhã, quando a igreja e os ateliês já estão abertos, e termine no mirante ao pôr do sol se quiser esticar o passeio.
| Parada | O que é | Dica |
|---|---|---|
| 1. Praça de Armas e rua Triunfo | Ponto de partida, ao lado da Catedral | Saia cedo para encontrar a Hatun Rumiyoc sem grupos |
| 2. Rua Hatun Rumiyoc | Muro do palácio do inca Roca e pedra dos doze ângulos | Procure também os blocos de cinco a sete ângulos; olhe sem tocar |
| 3. Museu de Arte Religiosa | Museu no antigo palácio, hoje Palácio Arcebispal | Tem entrada própria; inclua se você gosta de pintura colonial |
| 4. Cuesta de San Blas | Subida íngreme com degraus até a pracinha | Vá devagar; as melhores fotos são olhando para baixo |
| 5. Praça e chafariz de San Blas | Centro do bairro, cercado de ateliês | Sente-se para recuperar o fôlego antes de continuar |
| 6. Igreja de San Blas | Púlpito entalhado e murais do século XVI | Entre fora do horário de missa e em silêncio |
| 7. Ateliês de imaginários | Casas-ateliê onde as peças são feitas | Peça licença antes de fotografar quem está trabalhando |
| 8. Tandapata e escadarias da Pasñapakana | Becos de pedra que sobem para a parte alta | Calçado com boa sola; a pedra escorrega se chover |
| 9. Mirante de San Blas | Varanda sobre os telhados e a Catedral | Leve agasalho se chegar ao pôr do sol |
| 10. Mercado de San Blas | Mercado de bairro com sucos e pratos do dia | Boa parada para recuperar as energias antes de descer |
Em ritmo tranquilo, o roteiro completo leva de duas a três horas, sem contar o museu. Para voltar, desça pela Cuesta de San Blas e pela Hatun Rumiyoc: é o caminho mais direto e o mais movimentado.
San Blas à noite
Quando o sol se põe, San Blas muda de ritmo: cafés com música ao vivo, barzinhos em casarões coloniais, restaurantes com vista e ateliês que ficam abertos até tarde. O clima é de conversa e tranquilo, bem diferente das baladas perto da Praça de Armas. Mais programas em Cusco à noite.
Dica: à noite, volte à Praça de Armas pelas ruas principais, como a Hatun Rumiyoc ou a Cuesta de San Blas, e evite as escadarias e os becos desertos tarde da noite. Se estiver hospedado na parte alta, chame um táxi de empresa ou de aplicativo.
Hospedar-se em San Blas
San Blas é uma boa região para se hospedar se você busca clima, hostels charmosos e silêncio à noite perto do centro. Em compensação, toda volta ao hotel é uma subida, e algumas ruas não têm acesso para carros, então você terá de carregar a mala por alguns metros.
- Vale a pena se: você já está aclimatado, gosta de caminhar e prefere um bairro com personalidade.
- Não vale a pena se: você chega direto de Lima sem passar antes pelo Vale Sagrado, viaja com idosos ou com muita bagagem.
Dicas para visitar San Blas
- Calçado: use tênis com boa sola: a pedra das ruas escorrega com a chuva.
- Dinheiro: leve soles em notas pequenas para a igreja e para as compras nos ateliês.
- Compras: pergunte se a peça foi feita no ateliê; o artesanato autoral custa mais que o das bancas, mas é único.
- Fotos: se fotografar pessoas com roupa tradicional ou artesãos trabalhando, peça permissão; se posar com alguém, é costume deixar uma gorjeta.
- Agasalho: no fim da tarde, no mirante, a temperatura cai rápido. Confira o que levar para Cusco.
Como combinar San Blas com outros lugares
San Blas se encaixa em qualquer dia na cidade. O mais prático é fazer de manhã a Praça de Armas, a Catedral e a Hatun Rumiyoc, subir até San Blas e descer para almoçar. À tarde, você pode visitar o Qorikancha ou subir aos sítios incas das colinas, como Sacsayhuamán e Qenqo, que são visitados com o Boleto Turístico de Cusco.
Resumo: San Blas para cada caso
- Você tem uma hora: Hatun Rumiyoc, a praça e a igreja.
- Você tem meia tarde: acrescente os ateliês, o mercado e o mirante ao pôr do sol.
- Você se interessa por história: repare no muro inca da Hatun Rumiyoc, no púlpito e nos murais do século XVI da igreja; se viajar em maio ou junho, procure a imagem de San Blas no Corpus Christi.
- Você busca vida noturna: jantar e um café ou bar com música ao vivo no bairro.
- Você acabou de chegar: deixe para o segundo dia e suba devagar.
Para os demais imperdíveis da cidade, com tempos e entradas, leia o que fazer em Cusco, e para encaixar tudo na sua viagem, o roteiro em Cusco de 3, 5 e 7 dias.
Perguntas frequentes
Onde fica o bairro de San Blas em Cusco?
Na encosta a nordeste da Praça de Armas, dentro do centro histórico. Chega-se a pé em cerca de cinco minutos pela rua Triunfo, pela Hatun Rumiyoc e pela Cuesta de San Blas.
Como chegar ao mirante de San Blas?
Da pracinha de San Blas, suba pelas escadarias da rua Pasñapakana até a parte alta do bairro. São muitos degraus, então vá com calma.
Quanto custa a entrada da igreja de San Blas?
Tem entrada paga própria, que não está incluída no Boleto Turístico de Cusco. O preço e o horário mudam, então confirme na porta do templo.
O que o púlpito de San Blas tem de especial?
É um púlpito barroco entalhado em madeira de cedro, com dezenas de figuras. A tradição o atribui a Juan Tomás Tuyru Túpac, embora a autoria não esteja documentada com certeza.
Que artesanato comprar em San Blas?
Imaginária religiosa, presépios, retábulos portáteis, cerâmica, máscaras e prataria, muitas vezes feitos no próprio ateliê. As peças autorais custam mais que as das bancas.
San Blas é seguro à noite?
As ruas principais têm movimento até tarde. Evite as escadarias e os becos desertos tarde da noite e volte de táxi de empresa ou de aplicativo se estiver hospedado na parte alta.
Vale a pena se hospedar em San Blas?
Sim, se você já está aclimatado e gosta de bairros com personalidade. Se chegar direto de Lima ou viajar com muita bagagem, as ladeiras podem incomodar.
Onde fica a pedra dos doze ângulos?
Na rua Hatun Rumiyoc, a uns 200 m da Praça de Armas, no muro do antigo palácio do inca Roca, hoje Palácio Arcebispal. Fica no caminho para San Blas e pode ser vista de graça, mas não se pode tocá-la.
Qual é a rua San Blas de Cusco?
Normalmente se refere à Cuesta de San Blas, a rua íngreme com degraus que continua a Hatun Rumiyoc e sobe até a pracinha e a igreja.
O que foi descoberto na restauração da igreja de San Blas?
Em 2022 apareceram dois setores de pintura mural do fim do século XVI na parte alta do presbitério, com os quatro evangelistas. Estavam escondidos atrás de telas e molduras douradas.
Por que as figuras de San Blas têm o pescoço longo?
É o estilo criado pelo imaginário Hilario Mendívil, inspirado nas lhamas, alpacas e vicunhas que chegavam ao antigo bairro. Sua família mantém a tradição até hoje.
Quanto tempo é preciso para percorrer San Blas?
De uma a duas horas para o principal. O passeio a pé completo, com a Hatun Rumiyoc, os ateliês, o mirante e o mercado, leva de duas a três horas.
Fontes oficiais
- UNESCO: a cidade de Cusco na Lista do Patrimônio Mundial whc.unesco.org
- Inca Rail: o bairro de San Blas em Cusco blog.incarail.com
- Cosituc: tabela de preços do Boleto Turístico de Cusco cosituccusco.pe
Como fizemos este guia
Escrito por Paul Pumalloclla · 17 anos no turismo
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